2011/02/12

Egipto, fim de uma ditadura que durara mais de 30 anos



As ruas do Cairo estão em festa. O povo do Egipto reage assim ao anúncio do afastamento de Hosni Mubarak da presidência do país. Parabéns povo Egípcio! Fizeram uma revolução com grande classe. Mostraram ao mundo que são unidos. Os militares, que são filhos desse povo que vivia numa ditadura há trinta anos, mostraram que são humildes e que quem manda é o povo. Mostraram, que também eles, estavam fartos de viverem explorados por um ditador.
Nunca me lembra de uma revolução assim. Uma revolução onde o povo nunca arredou pé e se juntaram com o mesmo objectivo. Eu mesmo senti uma grande emoção! Estou feliz pelo povo egípcio. O povo é quem mais ordena! Parabénsssss... Mas, tal como dizia um comentador meu "Os radicais islamicos estão de olho, e com eles não haverá democracia! Já vi um filme parecido no Irão depois da queda do Xá!". Esperamos que no Egipto as coisas sejam diferentes! Vamos acreditar que sim, que vai haver democracia, mas defacto é que os países islamicos são fundamentalistas.

José Sousa




2011/02/06

Eles comem tudo... não nos deixam nada!


Um dia escrevi, num jornal distrital, que um cantor chamado Zeca Afonso fizera uma música revolucionária, pouco antes da revolução de Abril de 1974, dedicada aos patrões e ao sistema. Nesse artigo que escrevi dizia que essa música ficaria muito bem atribuída, hoje em dia, aos políticos. Pois estes sim… “comem tudo e não nos deixam nada”! Escutem bem estes vídeos e click em “pause” para lerem com atenção. É revoltante o sistema feita pelos políticos no meu país!

Sócrates no País das Maravilhas



2011/01/29

O caso de Carlos Castro e Renato Seabra

O caso de Carlos Castro e Renato Seabra é fácil de entender para um bom entendedor. Todos viram e sabem, porque Carlos Castro o dissera uns meses a trás, que estava completamente apaixonado, só que ninguém sabia quem era esse novo amor, pelos visto era o Seabra. Renato Seabra, que ninguém sabia da sua existência na vida de Castro, ninguém poderia desconfiar que o “modelo”, pouco ou nada badalado pela comunicação social, tivesse sido iludido, pelo Castro, com promessas de trabalho onde poderia, em pouco tempo, enriquecer. O rapaz, na idade das ilusões, acabara por ser iludido pelo predador e tarado sexual “Castro”. A relação de Carlos Castro com Renato Seabra era recente, teria cerca de três meses, o jornalista "estava completamente apaixonado". O jovem modelo ficava na casa de Carlos Castro quando estava em Lisboa. "Era ele que lhe pagava tudo, dava-lhe grandes presentes, levava-o nas viagens". Claro que Seabra procurava obter coisas e momentos de lazer á custa de alguém porque inspirações, naquelas idades, são imensas. E, penso eu, não se deve ter sentido muito á vontade nos lugares que Carlos Castro frequentava e, pelo que se consta, eram lugares de encontros e convívios da comunidade Gay. Também, segundo uma amiga de Calos Castro, ele já havia confidenciado que iria ser morto, e porque? Quem sabe já tivesse sido ameaçado pela comunidade Gay nos lugares que frequentava, provavelmente, talvez, por sediar os companheiros de outros Gay’s, e quem sabe, até, se sentisse complexado e marginalizado pelos "heterossexuais". Não tenho nada contra os Gay’s! O corpo é de cada um, os sentimentos também, cada um usa-os como mais lhes convier.
Na minha modesta opinião, Carlos Castro, era um tarado sexual e que quando perdia o seu parceiro logo teria que arranjar outro, e por sinal atirava-se aos rapazes novos. Porque não arranjava um parceiro da idade dele! Será que isto não é ser pedófilo? Que era “Homossexual” já todos o sabíamos pois já á anos que o havia revelado em publico e como tal vivia com homens. Acredito que Renato Seabra tivesse sido levado por Carlos Castro mas com a finalidade que não a de Seabra. Depois, de Seabra se ter visto na armadilha em que tinha caído, tentou, penso eu, sair e regressar ao seu país mas, apesar de não ter como o fazer, também Carlos o impedia que regressa-se. Farto e frustrado Renato Seabra, para recusar as práticas sexuais que lhe eram impostas pelo “tarado” Carlos Castro, que pelo que se consta, era obcecado por sexo, não viu outra forma de se livrar se não mata-lo. E não duvido que no momento antes de o acto ser consumado, que Seabra não se tenha visto perdido para impedir que tais práticas sexuais, exigidas pelo “tarado”, focem consumadas. Acredito que Seabra tenha procedido, daquela forma, para se libertar tal como eu o poderia fazer num caso desses. Carlos Castro colheu o que semeou. Azar de Renato Seabra, foi ter feito esse assassinato onde as leis são mais duras do que em Portugal, (informo que em Portugal a penalização máxima é de 24 anos, mas neste caso era capaz de cumprir apenas metade, o que para mim está mal, pois quem mata deveria ter prisão perpetua). Não sou apologista que se mate alguém seja pelo que for, mas numa hora de desespero tudo é possível acontecer.
Os homens enlouqueceram e desta forma continuo-o a sentir que "queriserselvagem".

2011/01/23

As pedras que atiraram


Nunca pensei na minha vida ver tanta arrogância saindo de pessoas, que julgo, terem alguns estudos. Desde que existem eleições livres neste Portugal democrático, nunca vi tanta falta de civismo e de transparência como vi nesta campanha eleitoral por parte dos concorrentes á presidência da república. Fernando Nobre, pessoa de quem já havia escrito um artigo em um jornal, onde o elogiava devido ao seu trabalho á frente, como presidente da AMI (Assistência Medica Internacional), pois via nele um homem que foi sempre isento da política mas trabalhava para as vítimas da política. Agora desiludiu-me ao concorrer a este cargo, quando eu, que sou um analfabeto, já sabia que ele nunca teria hipótese de ganhar. Nos últimos dias de campanha, dirigindo-se ao Manuel Alegre, dizia-lhe para ele se colocar do seu lado na segunda volta. Sinceramente, dá para rir!
O nazi da Ilha da Madeira se não tivesse concorrido, esta campanha não teria tanta graça. Tenho a certeza que muitos se riram á custa dele. Se fosse dono de um circo convidava-o para palhaço.
O do partido comunista… sabem que nunca terão a hipótese de ganhar eleições, sejam elas quais forem, mas o fanatismo do qual estão possuídos, leva-os á loucura de se colocarem na rua a falarem mal do ainda presidente, não os vi dizerem mais nada, nem falarem do seu programa eleitoral.
Bem… mas, a mal dizerem de Aníbal Cavaco Silva, foi o que se viu nesta campanha. Não vi um só a falarem do seu programa para presidirem á nação! Arrogante mesmo e com falta de transparência, como o Manuel Alegre, nunca tinha visto! Ele passou a campanha toda a atirar com pedras a Cavaco Silva! Falou das suas finanças que estavam numas acções no BPN! Mas alguém tem alguma coisa a ver com a vida privada de cada um? Falou que foi na altura em que Cavaco, durante 10 anos como ministro, enterrou este país. Isto é um absurdo! Eu não sofro de Alzheimer, graças a Deus, por isso me recorda bem do que vos vou comunicar:
“Nas eleições de Julho de 1987 os portugueses atribuem a primeira maioria absoluta a uma força política não coligada (com 50,2% dos votos para o PSD), que se havia de repetir nas eleições legislativas de 1991. Dessas vitórias resultaram, respectivamente, a constituição dos XI e XII Governos Constitucionais, apostados em conduzir reformas estruturais conducentes à economia social de mercado. Nesses anos fez-se uma reforma fiscal, que introduziu o IRS e o IRC, privatizaram-se empresas públicas, reformaram-se as leis laborais e agrárias e liberalizou-se a comunicação social, de que resultou a abertura da televisão à iniciativa privada e mais liberdade de informação. O país conheceu um crescimento económico apreciável, acima da média europeia, o que fez subir a popularidade de Cavaco Silva. A par de profundas melhorias na rede viária nacional, com vista a melhorar a coesão territorial do país, reabilitou-se de boa parte do património cultural público e deu-se o impulso a seis novos projectos: a renovação urbana em Lisboa Oriental e a organização da Expo 98, a construção da Ponte Vasco da Gama, a introdução do caminho-de-ferro na Ponte 25 de Abril, a construção da Barragem do Alqueva, a introdução do gás natural e a projecção do novo Aeroporto da Madeira.
No que diz respeito aos Caminhos de Ferro, em 1988, é aprovado o “Plano de Modernização dos Caminhos de Ferro 1988-94”, que aposta quase que exclusivamente nos sistemas ferroviários das áreas metropolitanas de Lisboa e Porto e também nos principais eixos de longo curso, sobretudo no eixo Braga – Faro. É inaugurada a nova travessia ferroviária do Douro pela Ponte de S. João e aprovado em concelho de ministros o atravessamento ferroviário na ponte 25 de Abril. Ao mesmo tempo, cerca de 770 km de via-férrea foram definitivamente encerrados. Foram suspensos em 1988 os serviços ferroviários na Linha do Sabor, na Linha do Vouga, entre Santa Comba Dão e Viseu e no troço da Linha do Douro, entre Pocinho e Barca de Alva. Em 1989, foi suspenso o tráfego na Linha do Sabor, Linha do Dão e troço Guimarães – Fafe, Ramal do Montijo, Ramal de Montemor e troço Pocinho – Barca de Alva na Linha do Douro.
A permitir estas reformas estavam as condições estabelecidas no Acto Único Europeu de 1986, ano da adesão de Portugal à Comunidade Económica Europeia. Em 1992 Portugal assume pela primeira vez a presidência do Conselho de Ministros da CEE, o que leva Cavaco Silva a abrir a cerimónia de assinatura do Tratado de Maastricht, fundador da União Europeia. Foi também sob a sua liderança, que Portugal esteve no centro da criação da CPLP - Comunidade dos Países de Língua Portuguesa, e que foi decidida a realização anual das cimeiras luso-brasileiras.
Coincidindo com o abrandamento da actividade económica, os últimos anos do XII Governo, ficaram também marcados pela contestação social às reformas do cavaquismo. Cavaco Silva responderia com uma frase que se tornou célebre, «deixem-me trabalhar!», e classificava a oposição como «forças de bloqueio». De acordo com o governante, aqueles que se opunham às suas políticas faziam parte dessas forças. Entre os “bloqueadores” foram incluídos Mário Soares, que com as suas “Presidências Abertas” dava eco à contestação social que se fazia sentir no país, e António de Sousa Franco, então presidente do Tribunal de Contas, que várias vezes reprovou as contas enviadas pelo Governo.
Após dez anos como primeiro-ministro, Aníbal Cavaco Silva coloca-se de fora das eleições legislativas desse mesmo ano, e afasta-se da liderança do PSD, entretanto assumida por Fernando Nogueira. Nos anos seguintes, volta ao Banco de Portugal e à docência universitária. Mantém, todavia, uma marcante participação política, nomeadamente através de intervenções em colóquios e artigos na imprensa escrita, um dos quais, com o título “O Monstro”, criticava severamente as contas públicas e o orçamento de estado para o ano 2000 apresentado pelo governo socialista”. Como podem ver “O Monstro” era uma realidade, ou não foce a crise que estamos a sentir e á beira do abismo prestes a ter que aceitar o FMI pela desgovernação do PS (Partido Socialista). É ou não “O Monstro”!?
Parabéns ao grande estadista “Aníbal Cavaco Silva” reeleito. Quanto a “Manuel Alegre”, agora "Triste", que volte para a Argélia mandar cortar os seus patrícios.

2011/01/09

Alguns comentários de quem lutou em nome de Portugal


• Obrigado por este vídeo. A Pátria pode ter morrido por não se rever neste pobre Portugal transformado num pardieiro a céu aberto para gáudio e escárnio do Mundo que ajudou a descobrir, porém, jamais morrerá nos corações de todos quantos a amam verdadeiramente, para além do tempo, para além da vida. Um abraço.
• Como ex-combatente agradeço este vídeo e lamento o facto do Estado Português ter declinado o cumprimento do seu dever patriótico de trasladar para Portugal os restos mortais dos Combatentes que morreram ao serviço da Pátria e que ficaram abandonados e esquecidos em terras ultramarinas.
VERGONHA NACIONAL
Infelizmente é tudo verdade e ainda por cima, pior do que estamos acostumados a acreditar! Mas as Áfricas tinham que ficar independentes! Tivessemos dado a independência mais cedo, PREPARANDO durante uns 10 anos o ex-ultramar para esse dia de soberania, teríamos hoje as nações mais prósperas d'África, não tínhamos que ter mandado ninguém para lá se deixar matar, teríamos nações africanas irmãs. Português que lá estava não tinha que "voltar", nada se perdia, tudo se ganhava! Contudo...
A dor que sente igual a minha ter visto meus compatriotas à tombar. Mas quero que nunca esqueça que os seus filhos deram a vida como muitos outros para dar mais valor ao altar da PAZ e da INDEPENDENCIA nesta hora tão amargosa quero lhe dar os meus sentimentos e a todos aqueles que perderam os seu queridos naqueles campos de batalha UNIDOS

• Um grande abraço a todos que lutaram e lutam pela nossa PATRIA QUERIDA !!!
O 1º Presidente dos estados unidos escreveu no final da guerra da independência dos estados unidos uma carta de agradecimento a uma mãe que perdeu os seus 3 filhos em combate em que ele dizia "Minha senhora, eu tenho a triste obrigação de lhe dar a noticia que os seus filhos morreram em combate pelo o serviço dos Estados unidos a pátria de todos nos.
• Salvaram muitos e muita coisa!! Hoje a África tornou-se um mega-auswitch nas mãos de criminosos mafiosos...
• Antes do 25 de Abril havia muita bosta, depois do 25 de Abril muita bosta continua a haver... Antes era o Estado Novo, agora é o Novo Estado.
Com o 25 de Abril ia-se acabar com o compadrio e a corrupção... só que nunca houve tanta. Viva o Tacho!
• A historia não tem tempo e o tempo só faz reafirmar que não podemos jamais deixar as lembranças morrerem, para sempre nos guiar.
Foi um momento triste para muitos povos, O vídeo é um canto à alma portuguesa, ao sofrimento de tantos que lá padeceram e que efectivamente foram esquecidos, pela mídia e pela política, mas não podem nem devem ser esquecidos pela história, nem vão deixar de estar na alma de todos que deram suas vidas nesta luta tão inglória.
• E verdade perderam a guerra e deixaram casas muito bonitas em Angola província de Benguela
• a pátria morreu a partir do 25 de Abril
• Belíssimo vídeo aos grandes valentes de ultramar muitos dos quais incluem familiares meus. Excelente trabalho amigo.
Bonito vídeo sobre Homens de verdade. Mesmo obrigados e mal pagos souberam defender o bom nome de Portugal.

• Não devemos chorar que estes homens morreram mas sim agradecer a Deus que tais homens viveram
Pena já não existirem Homens desses na pátria senão não éramos governados/desgovernados por estes políticos.

• Já não se fazem homens assim.
• Como ex-combatente agradeço este vídeo e lamento o facto do Estado Português ter declinado o cumprimento do seu dever patriótico de trasladar para Portugal os restos mortais dos Combatentes que morreram ao serviço da Pátria e que ficaram abandonados e esquecidos em terras ultramarinas.
• Ergue-te o povo português e espalha a tempestade !!! Ainda estamos a tempo de rectificar o erro do 25 de Abril!! Um abraço a todos vós!!
• Pode querer amigo já não há HOMENS como nesses tempos já tínhamos corrido com estes PULHAS
• E dos retornados ninguém luta pelos direitos?
300 mil mortos portugueses africanos, que Deus os tenha
E 1200000 espoliados de suas vidas e dos seus bens conseguidos a custa de muito trabalho foram roubados pelo PCP PS e guerrilheiros terroristas
• E pá… aqueles iludidos pelo representantes do capitalismo (MPLA) queriam tanto ser independentes que agora Angola Moçambique e guine são uma escumalha se ficassem connosco neste momento Luanda, Maputo e etc. eram superiores a Lisboa e o Porto...
• Lembrando os grandes homens que DEUS mandou à terra e que tão vilmente foram atraiçoados e agora anos volvidos e perante factos não fizeram mais que abandonar cobardemente as gentes que confiaram neles.
• Tais homens ainda existem, em cada português há um combatente desde os mais remotos tempos ate hoje
Felicito-te por mais esta homenagem aos que como nós tanto sofremos naquelas terras inóspitas e traiçoeiras.
Amigo/irmão, aqui te deixo aquele abraço combatente.
M. Gonçalves

2011/01/04

Manuel Alegre (Traiu seus irmãos)


Guerra Colonial

Em 1961 é chamado a cumprir serviço militar e assenta praça na Escola Prática de Infantaria, em Mafra, de onde sai, pouco depois, para a Ilha de São Miguel. Aí desencadeia o movimento de Juntas de Acção Patriótica de Estudantes, constituídas por militares e civis. Além disso chega a traçar, com Melo Antunes e outros, um plano para tomar conta da ilha, que não se concretiza. Em 1962 é mobilizado para Angola, onde é preso pela PIDE e condenado a seis meses de reclusão na Fortaleza de S. Paulo, em Luanda, acusado de tentativa de revolta militar contra à Guerra do Ultramar. Regressa a Portugal em 1964. A ameaça de nova detenção e de julgamento pelo Tribunal Militar, por suspeita de traição, leva-o a passar à clandestinidade e a partir para o exílio.
Em 1964 parte para o exílio, em Argel, onde é locutor da emissora de rádio A Voz da Liberdade. Nessa emissora difunde conteúdos destinados a lutar contra o Salazarismo, declarando apoio aos movimentos de guerrilha do Ultramar, que lutavam contra as Forças Armadas de Portugal, convertendo num símbolo de resistência e liberdade.
Ouvi-o muita vez lá em Angola, através desta rádio Argelina, a excitar os guerrilheiros dos movimentos que lutavam pela independência, dizer-lhes: Camaradas… matem todos os brancos, não os poupem, Angola é dos angolanos, matem-nos! E muita das vezes, informava esses guerrilheiros, onde se encontravam as patrulhas dos soldados português a fim de os atacarem.

Em fins de 1968

Dois alferes pilotos do mesmo curso, o Lamy e o Lopes, do AB.3 Negage, descolam para um voo de rotina num Do27. O cacimbo estava cerrado e ao regressar à base enfiam-se a voar por um morro, tendo ambos falecido no impacto. Seria este simplesmente mais um triste caso de indisciplina de voo a ceifar a vida de dois jovens, não fosse um revoltante desenvolvimento: à noite ouvimos a inconfundível voz do traidor Manuel Alegre, através da "Rádio Portugal Livre", emitida da Argélia, regozijar-se por mais esta "vitória dos combatentes da liberdade de Angola" (isto apesar do inimigo não ter tido qualquer actuação neste acidente).
A pergunta é simples: Será que algum Alemão que tivesse colaborado com os Ingleses ou um Francês que tivesse colaborado com os Alemães ou um Japonês que tivesse colaborado com os Americanos teria algum futuro político no seu país no pós-guerra?
Quando é que vamos parar de aceitar que traidores, refractários e desertores
dominem a política em Portugal?
Um homem que deu em incentivar os negros a matarem os seus irmãos agora pede-lhes o voto!
O Manuel Alegre é traidor á nação e aos seus irmãos que os queria ver mortos. Ele não tem ética, nem postura. O relato acima descrito do acidente é verídico e assisti à transmissão da noticia, ouvimos as palavras proferidas pelo traidor Alegre, mais conhecido na altura por Pateta Alegre. Um amigo meu estava nessa noite em serviço na Rádio Club do Moxico e também ele ouvio, como tantos, as palavras proferidas pelo traidor Alegre. Segundo esse meu amigo, na Rádio havia várias dessas afirmações gravadas em fita. Aliás nos arquivos da PIDE/DGS em Portugal também havia, mas os "revolucionários de Abril" fizeram o favor de as destruir e só é pena que as provas reais tenham sido destruídas porque há mais.
Quando é que vamos mostrar, aos jovens, a realidade cometida por alguns falços portugueses que são figuras publicas e que aparecem na politica a quererem serem os dirigentes do nosso país!? Há que demascar, a realidade tem de vir ao de cima!

2010/12/24

Parabéns! Este blog completa o seu primeiro aniversário. Mensagem de amizade a todos os meus amigos


Ter amigo é ser amigo
Ter um amigo é maravilhoso!
Ser amigo de alguém é ainda melhor.
É como acordar pela manhã e sentir o sol a
brilhar…
Amigo é alguém com quem nos sentimos
bem.
Um amigo de verdade é muito mais que isso
é alguém que pensa em você
quando não estás por perto.
Alguém que bate com os dedos na madeira
quando tens que fazer coisas direitas.
Um amigo ouve o que você diz.
Tenta compreender o que não sabes dizer.
Um amigo não está sempre de acordo
contigo.
Amigo mesmo é aquele que te questiona e te
obriga a pensar honestamente.




2010/12/15

Meu contacto com um extraterrestre, enquanto dormia


Um dia sais daí… do lugar onde vives… só foste até aí para veres na estupidez com que vive quando se é terráqueo!
-E para onde vou?
-Vais para um sítio onde a tua existência não terá fim, existirás como eu. Já cá estou á cinco mil anos.
-Mas quem és afinal?
-Sou um extraterrestre, somos milhões de triliões que passamos a vida a viajar por um lugar que não tem fim onde existem muitas e muitas galáxias. Nossas máquinas sobrevoam para onde queremos e são movidas através de energia que adquirem no espaço e que são electrões que andam á solta, não dependem da constituição atómica, por isso é fácil, as nossas máquinas, os utilizarem para se moverem.
-Mas vocês alimentam-se de quê?
Temos tudo o que é necessário para o nosso organismo funcionar. Todas as essências necessárias existem na imensidão do universo, fazem parte de todo potencial atómico e se infiltram, automaticamente, por todo nosso corpo.
-Então se vivem a viajar, quais são os prazeres, é só viajar?
-São imensos, temos vários lugares quinhentas vezes maior que o planeta Júpiter onde existem jardins e animais de toda a espécie que também já viveram na terra. Ali, neste paraíso, é o local onde passamos a maior parte de horas de lazer. É um imenso jardim, com locais de lazer. Viemos conversando até os animais nos entendem, a linguagem é só uma.
-E sexo… vocês têm mulheres?
-Não, isso era aí, porque têm de se reproduzirem, aqui não é preciso, todos daí vem cá parar.
Temos outras formas de nos relacionar com elas e obtemos muito mais prazer.
-Então é o sítio onde sempre se falou que existe o Deus?
-Não, isso era o que se falava aí, mas será que vocês ainda continuam com essa conversa? Aqui somos todos iguais e não há ninguém para controlar ou ditar leis. Vivemos com a lei da física. Somos todos donos de nós próprios e todos temos incutidos na alma esta frase “não faças aos outros o que não queres que seja feito a ti” por isso tudo se coordena. Agora tenho de ir, tchau, até breve.
-Hei, ai, ai… será que isto é assim? …bem… eh… estava a sonhar.

2010/12/06

A angústia de uma criança perdura 40 anos depois

Não me sai da memória, a história real que aconteceu com uma criança com oito anos, e que ainda hoje, aos 50 a faz chorar de emoção. Mas, para mim, sempre que nessa história penso, as lágrimas saltam-me dos olhos.
Num certo dia, uma mãe, com 4 filhos, contou o dinheirinho que tinha, se daria para ir ao merceeiro comprar um quilo de arroz, um de sal e um frango. Depois, pegou na filha mais nova, com 8 anos, levando-a pela mão, lá foi. Dentro da mercearia havia, exposto, uma linda boneca. A menina olhou para ela sorrindo e disse: -mãe… olha esta boneca, você compra-ma!? A mãe, por sua vez ao vê-la, as lágrimas saltaram-lhe dos olhos, e virando-se de costas para o merceeiro, puxou por um lenço, limpou-as. A menina, tristemente, insistia em perguntar á mãe porque chorava! Porem a mãe só lhe dizia que não era nada. Saíram da mercearia, pela rua a cima, a mãe continuava chorando com a menina sempre insistindo em querer saber porquê. Mas a mãe nada dizia. Porem dentro da casa, e por traz da porta, a menina ouviu a mãe dizer ao pai, o quanto lhe custara ouvir a filhinha lhe pedir a bonequinha, e nunca lhe havia
comprado uma, mas, infelizmente, o dinheiro não chegava para poder fazer sua filha feliz.
Os anos passaram, e a menina ficou sempre com a triste lembrança do sofrimento de sua mãe. Faleceu em 2009 com 88 anos depois de estar cerca de 10 anos acamada. A menina, agora com 50 anos, não se lembra da boneca, mas sim... das lágrimas de sua mãe.
Nota: Esta história veridica, chegou até meu conhecimento, através de lágrimas, pelas próprias que conheço pessoalmente e fazem parte da história.

2010/12/04

Morte de Francisco Sá Carneiro, 30 anos depois

Francisco Sá Carneiro
(O homem que me fez gostar de politica e em que, após a fundação de seu partido, (PSD – Partido Social Democrata – Maio de 1974), em 1976 filiei-me e do qual serei militante leal até á minha morte.

Francisco Manuel Lumbrales de Sá Carneiro, GC TE, GC C, GC L, (Porto, 19 de Julho de 1934 — Camarate, 4 de Dezembro de 1980) foi um advogado e político português, fundador e líder do Partido Popular Democrático / Partido Social Democrata, e ainda Primeiro-Ministro de Portugal, durante cerca de onze meses, no ano de 1980.

Origem Familiar
Nascido no Porto no dia 19 de Julho de 1934, cresceu no seio de uma família da alta burguesia. Era filho do advogado José Gualberto Chaves Marques de Sá Carneiro, natural de Barcelos, e de Maria Francisca Judite Pinto da Costa Leite, filha dos Condes de Lumbrales, provenientes de Salamanca.
Durante o Estado Novo
Advogado de profissão, licenciado pela Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa, foi eleito pelas listas da Acção Nacional Popular, o partido único do regime salazarista, para a Assembleia Nacional, convertendo-se em líder da Ala Liberal, onde desenvolveu diversas iniciativas tendentes à gradual transformação da ditadura numa democracia típica da Europa Ocidental. Colaborou com Mota Amaral na elaboração de um projecto de revisão constitucional, apresentado em 1970. Não tendo alcançado os objectivos aos quais se propusera, viria a resignar ao cargo de deputado com outros membros da Ala Liberal, entre os quais Francisco Pinto Balsemão e Magalhães Mota. Foi, no entanto, na cidade do Porto, sua cidade natal, que o Partido Social Democrata teve a sua génese, em parte, no diálogo entre amigos e colegas dos meios republicanos do Porto, como Miguel Veiga, Artur Santos Silva (pai) ou Mário Montalvão Machado.

Pós 25 de Abril de 1974
Em Maio de 1974, após a Revolução dos Cravos, Sá Carneiro fundou o Partido Popular Democrático (PPD), entretanto redesignado Partido Social Democrata (PSD), juntamente com Francisco Pinto Balsemão e Joaquim Magalhães Mota. Torna-se o primeiro Secretário-Geral do novo partido.
Nomeado Ministro (Sem Pasta) em diversos governos provisórios, seria eleito deputado à Assembleia Constituinte em 1975 e, em 1976, eleito deputado (na I Legislatura) à Assembleia da República.
Em Novembro de 1977, demitiu-se da chefia do partido, mas seria reeleito no ano seguinte para desempenhar a mesma função.
Em finais de 1979, criou a Aliança Democrática, uma coligação entre o seu PPD/PSD, o Centro Democrático Social-Partido Popular de Diogo Freitas do Amaral, o Partido Popular Monárquico de Gonçalo Ribeiro-Telles, e alguns independentes. A coligação vence as eleições legislativas desse ano com maioria absoluta. Dispondo de uma ampla maioria a apoiá-lo (a maior coligação governamental até então desde o 25 de Abril), foi chamado pelo Presidente da República Ramalho Eanes para liderar o novo executivo, tendo sido nomeado Primeiro-Ministro a 3 de Janeiro de 1980, sucedendo assim a Maria de Lurdes Pintasilgo.
Uma morte inesperada
Francisco Sá Carneiro faleceu na noite de 4 de Dezembro de 1980, em circunstâncias trágicas e nunca completamente esclarecidas, quando o avião no qual seguia se despenhou em Camarate, pouco depois da descolagem do aeroporto de Lisboa, quando se dirigia ao Porto para participar num comício de apoio ao candidato presidencial da coligação, o General António Soares Carneiro. Juntamente com ele faleceu o Ministro da Defesa, o democrata-cristão Adelino Amaro da Costa, bem como a sua companheira Snu Abecassis, para além de assessores, piloto e co-piloto.
Nesse mesmo dia, Sá Carneiro gravara uma mensagem de tempo de antena onde exortava ao voto no candidato apoiado pela AD, ameaçando mesmo demitir-se caso Soares Carneiro perdesse as eleições (o que viria de facto a suceder três dias mais tarde, sendo assim o General Eanes reeleito para o seu segundo mandato presidencial). Dada a sua trágica morte, pode-se muito bem especular sobre se teria ou não demitido em função dos acontecimentos subsequentes…
Vinte e oito anos depois dos acontecimentos, contudo, continuam a existir duas teses relativas à sua morte: a de acidente (eventualmente motivado por negligência na manutenção do avião), ou a de atentado (neste último caso, desconhecendo-se quem o perpetrara e contra quem teria sido ao certo - Sá Carneiro ou Amaro da Costa).

Na minha modesta opinião, foi um atentado feito pela esquerda, pois sabiam de ante-mão, que Sá Carneiro era um homem contra a "esquerda", pois o que a "esquerda" queria era tomar conta do país para o enterrar tal como vemos!
Homenagem
O aeroporto internacional do Porto, para o qual ele se dirigia, foi posteriormente rebaptizado com o seu nome, apesar das objecções de que não seria elegante dar a um aeroporto o nome de alguém que havia morrido num desastre de aviação.

Obras
Sá Carneiro foi autor de várias obras, das quais se destacam:
Uma Tentativa de Participação Política (1973)
Por uma Social-Democracia Portuguesa (1975)
Poder Civil; Autoridade Democrática e Social-Democracia (1975)
Uma Constituição para os anos 1980: Contributo para um Projecto de Revisão (1979).

A identidade originária do PPD / PSD
Mário Montalvão Machado sobre Sá Carneiro e a fundação do PPD / PSD
A identidade social-democrata, reformista, personalista, republicana e laica do PSD, por um dos seus fundadores: Dr. Miguel Veiga (em português)
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A Justiça abafou este caso

O líder parlamentar do CDS-PP, Nuno Melo, considerou hoje "lamentável" e "chocante" que o processo de Camarate não tenha sido levado a julgamento devido à prescrição do processo, sublinhando que o Estado e os tribunais desempenharam "um triste papel".
O Supremo Tribunal de Justiça (STJ) rejeitou hoje um recurso do advogado dos familiares das vítimas do "caso Camarate", confirmando um acórdão da Relação de Lisboa que declarou o processo prescrito, disse à Lusa fonte do STJ.
Ricardo Sá Fernandes, advogado das famílias das vítimas do "caso Camarate", disse à Lusa não ter ainda conhecimento da decisão, mas admitiu recorrer para o Pleno do STJ se encontrar algum outro acórdão do STJ que seja "conflituante" com o agora proferido.
"O que me parece lamentável é que a verdade não possa ser agora apurada por uma razão meramente processual", sublinhou à Lusa Nuno Melo, que presidiu à última comissão de inquérito parlamentar sobre Camarate.
Esta comissão concluiu pela tese de atentado para explicar a queda do avião que provocou a morte, a 4 de Dezembro de 1980, do primeiro-ministro Sá Carneiro e do ministro da Defesa Amaro da Costa.
Lembrando que, em Junho, a Procuradoria-Geral da República (PGR) decidiu enviar as conclusões da VIII comissão de inquérito ao Ministério Público por considerar que os seus trabalhos tiveram "inegável interesse", Nuno Melo sublinhou que esta decisão do STJ "choca ao senso comum".
"Choca ao senso comum que o Estado não tenha, em tempo útil, investigado e feito justiça, apurando uma sentença, fosse ela condenatória ou absolutória", disse.
"É lamentável e deixa o Estado português e os tribunais com um triste papel, no que quase me soa a uma lamentável e gritante denegação de justiça", criticou.
Em Dezembro do ano passado, PSD, CDS-PP e Bloco de Esquerda aprovaram o relatório final da VIII comissão de inquérito sobre Camarate, que concluiu pela existência de acção criminosa na queda do avião que transportava o primeiro-ministro Francisco Sá Carneiro e o ministro Adelino Amaro da Costa, exigindo um julgamento do caso.
O relatório desta comissão acolheu as conclusões de uma comissão multidisciplinar de peritos (subscritas apenas por 7 dos seus 12 elementos), que apontam como explicação plausível para o despenhamento da aeronave "não razões acidentais mas o rebentamento de um engenho explosivo que incapacitou a aeronave e/ou os seus tripulantes da condução de voo".
Por outro lado, no âmbito dos trabalhos da comissão foi divulgado um relatório da Inspecção-geral de Finanças, que apontava para o desaparecimento do equivalente a 40 milhões de euros do Fundo de Defesa do Ultramar, em 1980, que estaria a ser investigado pelo então ministro da Defesa Adelino Amaro da Costa.
Das restantes comissões sobre Camarate, três inclinaram-se também para a tese de atentado, uma concluiu pela tese do acidente, duas apelaram à continuação das investigações e uma não chegou a apresentar conclusões, devido à dissolução da Assembleia da República.